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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Educação Financeira!"

Mudar o sistema, implica mudar as pessoas que podem mudar o desenvolvimento."
GADOTTI,M.;Educar para uma vida sustentável. Pátio, nº 46, maio/junho-2008

Com toda certeza muitas pessoas já devem ter escutado a famosa frase, “educação vem de berço”, pois é, a educação financeira também vem de berço. Ensinar à criança o valor das coisas que ela deseja, é função de pais preocupados com a saúde financeira futura de seu filho e das escolas, já que hoje em dia, as crianças ingressam mais cedo nas escolas.
O ensino parte sempre de um princípio, e nesse caso, como na maioria, dar o exemplo é o primeiro passo para transformar o seu rebento em um adulto responsável, que poupa dinheiro e que muito provavelmente terá um futuro repleto de realizações e sem dificuldades financeiras.
Na escola, essa educação deve acontecer de maneira prática. Saber o preço das coisas, diferenciar o que é essencial do que é futilidade deve ser um objetivo na Educação Ambiental. O tema “Consumismo deve estar presente nas rodas de conversas e diálogos, independente da série que o aluno se encontra. Preparar cidadãos conscientes e críticos é a chave para um mundo sustentável.
Crianças, adolescentes e jovens, são parte do ambiente familiar e escolar. Portanto se preocupar apenas com a educação formal é ignorar um mundo de dificuldades que eles enfrentaram na vida adulta. Essa preocupação é mais importante do que a de mantê-lo em uma bolha, protegido de todas as noticias ruins que ele possa vir a ter, em sua infância, por causa de dinheiro. Ensinar ao filho a fazer as melhores escolhas e arcar com suas consequências é mais fácil enquanto ele ainda é pequeno. Aí se percebe o quão importante é o trabalho coletivo entre a escola e a família. Devemos trabalhar em conjunto, informar os pais do que a escola se propõe e também proporcionar às famílias situações de aprendizagens, já que não tiveram a mesma oportunidade que os filhos tem agora.
Devemos preparar as futuras gerações para que tomem as decisões mais acertadas em relação ao uso dos recursos naturais. Quanto mais consomem, mais avançam na desenfreada caminhada rumo a degradação.
                                                                                                        Carine Motti